Eu havia gasto todas as minhas economias no meu casamento e do nada minha empresa quebrou.

O ano era 2014, minha esposa sempre sonhou em ter uma festa de casamento de princesa e eu não rendi esforços e dinheiro para proporcionar isso a ela.   

Naquela época, eu era sócio de uma empresa que estava indo bem, tinha algum dinheiro investido e grande perspectiva quanto ao futuro.

3 meses após meu casamento, minha empresa, que vendia um sistema de controle logístico dos Correios para alguns grandes e-commerces, viu os Correios reestruturar toda sua operação e inviabilizar o que fazíamos.

E foi mais ou menos assim meu primeiro ano de casado. Nenhum tostão guardado, com grandes dívidas e desempregado.

O primeiro passo para retomar o controle financeiro da minha vida, foi voltar ao mercado. Ter um salário fixo me ajudaria muito nesse reinício.

O problema foi que quase todo meu salário era para pagar altos juros com dívidas de cartão de crédito, cheque especial e empréstimos que eu havia contraído.

Endividado e sem crédito no mercado, minha esperança foi recorrer à um amigo.

Fiz um planejamento, mostrando que, com meu salário eu poderia lhe pagar um certo valor por 5 meses e certa quantidade de juros.

Nem de perto seria o que eu pagava aos bancos, mas para ele, renderia muito mais que a poupança, por exemplo.

Foi fundamental mostrar a esse amigo que eu tinha capacidade de pagamento, que fiz um planejamento e que para ele seria um bom investimento financeiro. Além de me ajudar muito, ele conseguiria ter mais lucro que investimentos como CDB, Poupança e selic, por exemplo.

Naquele momento, nenhum banco me ajudaria. Apesar de ter recursos para pagar um empréstimo, ter tido um bom histórico como consumidor e ter tido crédito em momentos que não precisava, na hora que mais precisei, eu era uma tarja vermelha para os bancos.

Por sorte, o empréstimo que esse amigo me proporcionou, pode reequilibrar minhas contas e reestabelecer minha vida financeira, desatolar de dívidas caras e sair dessa péssima fase.

Cerca de dois anos depois, um outro amigo me chamou para ser sócio de um app que ele estava desenvolvendo, algo totalmente inovador e que permitia amigos a emprestarem dinheiro um para o outro, cobrando juros legalmente e ainda tirando o principal empecilho do negócio que é aquela parte chata do: “e se meu amigo não pagar? Vou precisar cobrar e isso vai acabar com a amizade”. O App faz a cobrança automática, lembra seu amigo das datas de pagamento do boleto e que ele vai pagar mais juros caso atrase um pagamento.

Na hora eu lembrei da situação que eu havia passado, e o quanto aquele empréstimo foi salvador em minha. Embarcar no projeto seria o jeito de ir contra um sistema bancário que te oferece um guarda chuva em dias de sol e tira na hora da chuva e também conseguir ajudar a fomentar esse tipo de investimento, que pode ser um ótimo negócio tanto para quem empresta, tanto para quem precisa.   

Se você está passando por algo parecido como eu passei, é importante entender como reequilibrar suas contas, e, talvez, um empréstimo entre amigos e parentes pode ser a sua salvação como foi a minha. Pedir um empréstimo à um amigo pela Mutual é bem simples, experimente.

Posted by Victor Fernandes

Victor Fernandes possui mais de 10 anos de experiência no mercado digital, marketing e startups.

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