Há muito tempo os empréstimos e cartões de crédito se tornaram um dos principais motivos da perda de sono de grande parte dos brasileiros, isso porque além da falta de educação financeira – sejamos sinceros: nós não temos a aprendizagem da educação financeira como uma prioridade no Brasil -, as taxas de juros dos bancos e instituições de crédito são impraticáveis.

Segundo uma pesquisa feita e divulgada pelo Procon-SP, as taxas de juro do crédito rotativo são em média de 13,62% a. m. e, pasmem: 363% a.a. Já quando se tratam das taxas de juro do empréstimo pessoal, a média fica entre 6,32 a.m. e 108,63% a.a.

Enquanto o ano de 2018 começou com queda da taxa juros no empréstimo pessoal para os “donos do crédito no Brasil”, a MUTUAL começou o ano de 2018 ofertando à pessoas comuns a possibilidade de financiar o sonho de outras de outras pessoas e ainda obterem lucros superiores aos dos bancos… Só que fazendo o bem e, é claro, sem tirar o sono de ninguém!

Nesse artigo, você entenderá como pode duplicar o seu dinheiro em um ano sem se tornar o “vilão” da vida de outras pessoas, inclusive, fazendo o contrário: permitindo que pessoas que não querem colocar seus sonhos nas mãos de instituições financeiras que não as explicam direito os termos de empréstimo e suas taxas de juro, realizem seus sonhos e/ou paguem suas dívidas.

Confira:

Entenda a lógica dos Donos do Crédito:

Para isso, vamos imaginar o seguinte cenário:

Maria Dolores (personagem fictício) tem 41 anos, 2 filhos em idade escolar, seu marido trabalha numa firma terceirizada e ela tem um emprego que paga um salário mínimo mais benefícios. Ela é uma pessoa comum que mantém suas dívidas em dia tanto quanto pode e, muito possivelmente por trabalhar no mesmo emprego a vida inteira. Ganhou com isso a “confiança” do seu banco. O marido é negativado, mas ela, pelo contrário, tem crédito na praça e o usa com frequência. Ele nem imagina que está sustentando uma estrutura que mantém o crédito na mão de uma pequena parcela de pessoas.

Uma única vez, no início do ano quando as dívidas se acumulam e cada vez aparecem mais gastos, Maria Dolores ficou em dívida com o seu cartão de crédito. Por este motivo, ela pensou que poderia adiar esta conta e que, apesar disso, estava tudo bem…

Foi então que ela começou a receber sucessivas ligações do seu banco. Por trás dessas ligações há muito mais que uma simples cobrança, no entanto. Trata-se de uma estratégia onde, primeiro eles ligam e efetuam a cobrança com juros (o que geralmente assusta a pessoa em questão).

E, então, no dia seguinte ou algumas horas depois eles ligam com uma proposta para o pagamento imediato só que do valor com juros, ainda assim, é assustador para a pessoa em questão já que muito provavelmente ela não tem esse valor disponível. Ao dizer que não tem condições de pagar o acordo, o atendente do banco recebe instruções para ofertar à pessoa um empréstimo para que ela “fique em dia com o cartão de crédito”…

O mais surpreendente é que a maior parte da população cai nessa estratégia e é assim que os bancos se sustentam.

E é aí que começa a “bola de neve” de dívidas que está presente na vida de boa parte da população brasileira.

É dessa maneira que os bancos lucram, todos os dias eles “se pagam” criando outras dívidas para os tomadores sem nenhuma responsabilidade e o beco vai ficando mais estreito sempre; de forma que, em determinado momento, as pessoas percebem que estão pagando o empréstimo que pegaram para pagar o empréstimo que pegaram para pagar o “acordo da dívida” do cartão de crédito…

De onde vem o lucro dos Bancos?

Para Maria Dolores, assim como para centenas de milhares de brasileiros, seria uma solução viável se o empréstimo realmente pagasse o cartão e você pagasse somente o empréstimo. Essa seria uma maneira justa e haveria apenas uma dívida; mas entre uma ação e outra existem as famosas taxas de juros e é exatamente daí que os bancos tiram o seu lucro.

Segundo o Banco Central, no crédito às famílias, a taxa de juros fechou 2017 com o nível médio de 31,9% ao ano. Uma taxa mais de dez vezes superior à taxa anual de inflação, de 2,9%. Uma comparação entre a taxa média de captação dos bancos e a taxa média dos empréstimos, o chamado spread bancário aponta desnível de 18,9 pontos favorável aos bancos.  

Se os bancos são ruins, como eu posso me tornar um “Banco do Bem”?

Da onde vem o Lucro dos bancos

Da onde vem o Lucro dos bancos

Na Mutual você pode avaliar todos os detalhes do perfil para quem você vai emprestar, analisar o risco e as características de cada tomador, de forma que você possa se tornar um facilitador ou mesmo uma ponte entre essas pessoas comuns e os seus sonhos.

Na Mutual, os “bancos do bem” são pessoas que emprestam dinheiro para outras pessoas a juros só que sem enrolação ou mentiras. Cada parte está totalmente ciente do negócio e, se ambos estiverem dispostos, os dois ganham.

Como se tornar um “Banco do Bem”:

Lucro dos bancos

Lucro dos bancos

Atualmente, já é possível emprestar dinheiro profissionalmente e de forma segura, e ainda receber os mesmos juros que os Bancos (que você sabe que são altos)… Tudo isso de forma totalmente legal!

Ao investir em empréstimos, você corre o mesmo risco que um Banco, entretanto, para minimizar este risco, as “Fintechs” contam com a mesma estratégia e tecnologia dos grandes Bancos, ou seja, a consulta de um Score Confiável, que usa o SCR (Sistema de Informações de Crédito do Banco Central) para avaliar a capacidade de pagamento do indivíduo.

Pensamos em como seria útil um lugar onde os pedidos de empréstimos não fossem negados imediatamente, onde as pessoas pudessem emprestar dinheiro entre si com a mesma segurança, solidez e tecnologia para avaliação de risco dos grandes Bancos e lucrar com a mesma intensidade dos grandes Bancos…

E foi assim que surgiu a Mutual!

Para facilitar, entenda a Mutual como uma Financeira tradicional, no entanto, ao invés de investirmos o nosso próprio dinheiro, permitimos que outras pessoas invistam e levem os juros.

Esta operação é conhecida como P2P Lending ou Empréstimo de Pessoa para Pessoa, a maior empresa do mundo a fazer isso é a lendingclub.com, onde o Google possui ações e já emprestou mais de 31 bilhões de dólares.

Na Mutual, você investe e recebe todo mês, a cada parcela que o tomador pagar. O dinheiro é transferido para a sua conta corrente, sem custo algum.

A Mutual não opera com FGC, já que a modalidade de investimento é de CCB (Cédula de Crédito Bancário) e não RDB (Recibo de Depósito Bancário).

E o melhor de tudo é que você pode ficar tranquilo com relação aos riscos: Caso o tomador atrase o pagamento, aplicamos multa e juros e realizamos a cobrança Extrajudicial de forma profissional para você.

Para saber mais sobre isso, leia também:

Como Milhares de Investidores estão faturando alto com a Mutual

Esperamos que esse artigo tenha sido útil e esclarecedor para você! Acompanhe esse e outros conteúdos através das nossas redes sociais e comece a investir e lucrar como um “banco do bem”, dê o primeiro passo…

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Posted by Victor Fernandes

Victor Fernandes possui mais de 10 anos de experiência no mercado digital, marketing e startups.

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