Saiba aproveitar os melhores investimentos e realizar aplicações financeiras mais rentáveis

Uma das pesquisas mais recentes feitas no país sobre investimentos financeiros, o RaioX da Anbima, mostrou que o brasileiro quer investir, mas ainda não sabe como. Em 2018, 51% dos pesquisados revelaram interesse em realizar alguma aplicação financeira.

O levantamento mostrou também que 92% dos consultados consideram a caderneta de poupança um tipo de investimento e 37% dos entrevistados utilizam-na. Comprar a casa própria, um carro ou pagar a faculdade dos filhos também foi considerado como investimento em longo prazo por parte dos entrevistados.

A falha de conceitos e a dificuldade em acessar novas opções de investimento são resultado de um antigo problema: a falta de educação financeira. Segundo a pesquisa Hábitos Financeiros dos Brasileiros, cerca de 59% dos entrevistados nunca receberam qualquer tipo de orientação sobre finanças pessoais. Para se ter um exemplo de como essa falta de orientação pode ser perigosa, estima-se que 73% da população tenha acesso a cartão de crédito, porém 59% dos brasileiros não sabem qual a taxa de juros cobrada nessa modalidade.

De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o número de registros de denúncias sobre pirâmides financeiras cresceu quase 10 vezes nos últimos cinco anos. Em 2019, o número chegou a 250. Mais um problema proveniente da falta de acesso à educação financeira no Brasil.

Investir é aplicar o dinheiro em ações ou títulos, que não possuem custo, com a expectativa de retorno no curto, médio ou longo prazo. Para dar os primeiros passos no mundo das finanças, é importante seguir algumas práticas para montar uma carteira de investimento segura e rentável. Vamos começar?

1. Descubra qual o seu perfil de investidor

Antes de tirar todo o seu dinheiro da poupança, abandonar o seu gerente do banco ou decidir quanto do seu orçamento mensal vai para aplicações financeiras, você precisa conhecer o seu perfil de investidor. Isso te dará uma direção sobre as melhores opções de investimento e a qual nível de risco você se sente confortável para se expor.

  • Conservador: não assume riscos que comprometam seu patrimônio e preza por liquidez. 
  • Moderado: assume um pouco de risco e valoriza uma carteira diversificada com pequena variação positiva, acima do mercado. 
  • Arrojado: assume mais risco, mas está disposto a correr riscos por uma rentabilidade bem acima do mercado.

2. Defina quais os motivos para investir seu dinheiro

Agora que você já se conhece, fica mais fácil traçar um objetivo para o seu investimento. Você pode focar na sua aposentadoria, por exemplo, ou conquistar a sonhada independência financeira.

Como qualquer outro propósito na vida, é importante que ele seja factível e tenha um marco temporal, para que você não desista no meio do caminho ou fique desmotivado. Trace metas de curto, médio e longo prazo.

3. Realize o seu planejamento financeiro

É muito comum entre as pessoas que investem separar um percentual da renda líquida para aplicar. Para fazer isso, você precisa de uma conta simples: Salário BrutoContas = Salário Líquido.

Caso você tenha dificuldade em estabelecer um planejamento financeiro, ou sua renda não é fixa, o valor a ser investido sempre será afetado e isso prejudica a sua previsibilidade. Aqui é importante manter-se fiel ao seu objetivo e ter um controle de gastos apurado. Um app ou uma boa planilha de gastos podem ajudar nesse controle.

4. Geração de patrimônio

Com o seu objetivo traçado e as metas definidas, é hora de enxergar o seu investimento como um patrimônio a ser construído. Explico: às vezes, temos vontade de fazer uma pequena extravagância, como trocar de carro ou tirar umas férias em um lugar especial. Isso é normal, afinal trabalhamos tanto para ter uma vida confortável.

Mas, jamais venderíamos a nossa casa para viajar ou comprar um carro novo, por exemplo. A casa é um bem muito importante para ser trocado por desejos passageiros. E esta é a mesma lógica de pensamento para outros tipos de patrimônio: você está construindo o seu futuro.

5. Aposte na diversificação de produtos

Como diz o velho ditado, “não coloque todos os ovos em uma mesma cesta”. Essa é a regra mais importante quando se fala em investimento. Mesmo os ativos de renda fixa, que costumam ser mais estáveis, podem ter alguma variação. 

Como foi o caso recente da baixa da taxa de juros. No mercado de renda variável, essas mudanças – que recebem o nome de volatilidade – são ainda mais recorrentes, causando um verdadeiro desespero para quem está começando. 

Mas, para quem mantém uma carteira de investimento diversificada em ativos seguros e com bom histórico, a volatilidade positiva proporciona uma ótima rentabilidade. Já com uma volatilidade negativa, a diversificação serve como proteção diminuindo sua exposição à queda do mercado.

Agora, é o momento de colocar essas dicas em prática, separar o dinheiro, estudar bem cada proposta de aplicação financeira para ver se está de acordo com o seu perfil e investir! Se tiver alguma dúvida, conte com a gente para escolher a melhor opção de investimento para você.

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Posted by Kaike Souza

Especialista de Relacionamento da Mutual.

Certificado como Especialista em Customer Success, gestão de mídias sociais e gestão de relacionamento ao cliente. Com foco de atuação em fintechs

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