Confira nossas dicas práticas para aprender a controlar as finanças pessoais e manter a vida financeira dentro do azul

Manter a vida financeira controlada nem sempre é uma tarefa fácil. Segundo uma pesquisa do Serasa, em 2021, a falta de controle é a 3ª maior causa de endividamentos no país. Isso não só reflete na saúde financeira como um todo, mas também na saúde mental e emocional de inúmeros brasileiros, que muitas vezes, não sabem nem por onde começar a reorganizar o orçamento.

Em uma situação em que as finanças saem dos trilhos e a pessoa acaba caindo no endividamento, uma solução pode ser recorrer à troca de dívida, onde há uma substituição de parcelas caras e com juros altos, por outras mais baratas e com prazo maior. 

Porém, é fundamental conhecer sua relação com o dinheiro e buscar entender quais fatores podem estar atrapalhando o controle de sua vida financeira. Além disso, o planejamento financeiro é um aliado mais que necessário para quem busca reorganizar as finanças e sair do vermelho.

Por isso, o controle financeiro é tão importante para quem está numa situação de endividamento e quer colocar as finanças nos trilhos novamente, mas também para quem quer evitar cair na inadimplência, até mesmo, conseguir poupar dinheiro ou atingir algum outro objetivo. 

Pensando nisso, separamos 5 dicas práticas que podem te ajudar a ficar no controle. Dá uma olhada:

  1. Liste e acompanhe todas as receitas e despesas

Pode parecer óbvio saber quanto ganha ou com o que gasta, não é mesmo? Mas acredite, muita gente não tem uma noção exata de suas receitas e despesas e quais gastos impactam seu orçamento.

Por isso, o primeiro passo para controlar as finanças é acompanhar todas as entradas e saídas de dinheiro. Vale usar uma planilha no computador, um caderninho de anotações ou até mesmo um aplicativo no celular. O importante é registrar seus ganhos e despesas fixas e variáveis.

Assim, você irá enxergar melhor como funciona o seu orçamento e entenderá quais gastos são mais altos, onde se encontram possíveis brechas e o que pode ser reduzido ou cortado.

É nessas horas que você pode descobrir gastos mais supérfluos que abocanham boa parte do orçamento ou como é preciso mudar o comportamento nas compras rotineiras do mercado, por exemplo.

  1. Crie um plano de pagamento das dívidas

O primeiro passo é se organizar e montar um plano para quitar as dívidas. Se for o caso, converse com a família sobre a situação e estabeleçam o que pode ser cortado ou reduzido. Se houver uma renda extra, avalie a possibilidade de usar o dinheiro para o pagamento pendente. 

É preciso estar claro quanto do orçamento será destinado para o pagamento da dívida, quanto tempo irá demorar para pagá-la, os juros envolvidos e quais comportamentos de consumo precisarão ser revistos. Não apenas para sair do vermelho, mas também para evitar cair no endividamento novamente.

Se a troca de dívida fizer sentido, o novo empréstimo também precisa estar dentro de um planejamento, para que ele não se torne um empecilho substituto. 

  1. Coloque as principais contas no débito automático

O débito automático pode ser um bom aliado para quem quer manter o controle das contas. Dessa forma, você não corre o risco de usar o dinheiro destinado a despesas importantes em outras coisas e evita arcar com juros e multas por atraso.

Vale listar todas as contas a serem colocadas em débito automático, junto com o valor e data de vencimento. Atente-se também para as datas, garantindo que haja saldo em sua conta quando os valores forem debitados.

Outra vantagem é que algumas empresas também oferecem descontos quando contas são pagas por débito automático, então vale a pena checar. A solicitação pode ser feita diretamente com as empresas, muitas vezes, pelo própria app da companhia.

  1. Use moderadamente o cartão de crédito

Para ter a vida financeira sob controle é necessário tomar cuidado com o cartão, para não comprometer sua renda e se enrolar em dívidas. 

De acordo com um estudo da Confederação Nacional do Comércio, as dívidas por causa do cartão de crédito lideram o ranking de débitos em atraso dos brasileiros e os juros costumam ser uns dos mais altos do mercado. 

Para tê-lo como um recurso, não o utilize como uma extensão da sua renda. Estipule um limite máximo de quanto pode gastar com ele, além disso, evite acumular vários parcelamentos de diferentes compras, que somados, abocanham uma boa parte da renda nos meses seguintes.

Se atente também para a data de vencimento da fatura e evite atrasá-la ou cair no crédito rotativo, porque os juros costumam ser bem altos.

  1. Comece uma reserva de emergência

Quem nunca enfrentou uma situação imprevista, como algum problema de saúde ou até mesmo um período de desemprego? É nessas horas que a reserva financeira é de grande utilidade para quem quer manter o controle e ter mais segurança.

Não precisa iniciar juntando grandes valores, caso seu orçamento não permita. Começe com uma quantia confortável para a sua realidade, que poderia ser gasto em algo que você nem perceberia.

O segredo é criar o hábito e disciplina de guardar um determinado valor mensal.

Aos poucos, você pode ir aumentando essa quantia. O importante é não guardar o que sobrou, porque sempre haverá um motivo para gastar. Ao invés disso, assim que o salário cair na conta, separe um valor para a sua reserva.

Esperamos que nossas dicas te ajudem a ter uma vida financeira mais saudável. Caso precise de uma ajuda extra, conte com nossa linha de crédito pessoal, com taxas justas, parcelas que cabem no seu bolso e processo totalmente digital.

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Posted by Gabrieli Moresco

Produtora de conteúdo dos canais digitais da Mutual. Possui experiência em projetos de Design, Marketing Digital, Branding e Social Media.

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